7 de novembro de 2006

Quadrinhos

Um bom arquivo de quadrinhos:
http://www.volcano.nerdhost.com.br/viewtopic.php?p=170#170

6 de novembro de 2006

Emir Sader

Notícia preocupante que retiro de: http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/news_item.2006-11-02.7042307861
02/11/2006

Manifesto contra condenação de Emir Sader

Juiz determina que USP demita sociólogo por ter artigo em que rebate declarações preconceituosas de Bornhausen; Intelectuais consideram decisão uma afronta ao "direito de livre-expressão" e à "autonomia universitária"

da redação


Um ataque ao direito de livre-expressão e à autonomia universitária. Assim o manifesto lançados por intelectuais em defesa do sociólogo Emir Sader define a decisão judicial em primeira instância que condenou o professor universitário por ter escrito um artigo em que criticava declarações preconceituosas e "racistas" do presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC).

Encabeçado por Antonio Cândido e aberto a adesões, os signatários repudiam a condenação que "transforma o agressor em réu" e fazem um alerta: "ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças".

Abaixo, a íntegra do manifesto:

Encabeçado por Antonio Cândido e aberto a adesões, os signatários repudiam a condenação que "transforma o agressor em réu" e fazem um alerta: "ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças".

Manifesto em solidariedade a Emir Sader

A sentença do juiz Rodrigo César Muller Valente, da 11ª Vara Criminal de São Paulo, que condena o professor Emir Sader por injúria no processo movido pelo senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), é um despropósito: transforma o agressor em vítima e o defensor dos agredidos em réu.

O senador moveu processo judicial por injúria, calúnia e difamação em virtude de artigo publicado no site Carta Maior (http://cartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2171), no qual Emir Sader reagiu às declarações em que Bornhausen se referiu ao PT como uma "raça que deve ficar extinta por 30 anos".

Na sua sentença, o juiz condena o sociólogo "à pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, substituída (...) por pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade ou entidade pública, pelo mesmo prazo de um ano, em jornadas semanais não inferiores a oito horas, a ser individualizada em posterior fase de execução".

O juiz ainda determina: "(...) considerando que o querelante valeu-se da condição de professor de universidade pública deste Estado para praticar o crime, como expressamente faz constar no texto publicado, inequivocamente violou dever para com a Administração Pública, motivo pelo qual aplico como efeito secundário da sentença a perda do cargo ou função pública e determino a comunicação ao respectivo órgão público em que estiver lotado e condenado, ao trânsito em julgado".

Numa total inversão de valores, o que se quer com uma condenação como essa é impedir o direito de livre-expressão, numa ação que visa intimidar e criminalizar o pensamento crítico. É também uma ameaça à autonomia universitária que assegura que essa instituição é um espaçeo público de livre pensamento.

Ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças. Nós, abaixo-assinados, manifestamos nosso mais veemente repúdio. (Os que desejarem assinar, favor enviar e-mail para solidariedadeaemirsader@hotmail.com) Primeiros signatários: Antonio Candido Flávio Aguiar Francisco Alambert Sandra Guardini Vasconcelos Nelson Schapochnik Gilberto Maringoni Ivana Jinkings

Criado por jpereira
Última modificação 2006-11-02 00:06
---
Leia mais detalhes em: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/11/364659.shtml

--- de onde retiro:
Leia o artigo do Professor Emir Sader

Emir Sader - Carta Maior - 28/08/2005
http://cartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2171
O ódio de classe da burguesia brasileira

"A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos", disse o senador Jorge Bornhausen (PFL). Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos". Emir Sader

?A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos? (Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL)

O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma ? recheada de lucros bancários e ressentimentos.

Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo ? que ele significativamente trata de ?raça?.

Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio ? de fascistas e banqueiros ? sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira ? são ?negros?, ?pobres?, ?sujos?, ?brutos?, - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita ? pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de ?essa raça?.

É com eles que anda a ?elite paulista?, ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e o povo.

Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio, pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os mairores lucros especulativos do mundo, sua gente será defintivametente derrotada e colocada no lugar que merece ? a famosa ?lata de lixo da história?.

Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram ? roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema, o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação, de desemprego, de miséria, de discriminação ? em suma, de "Jorges Bornhausens".

Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa ? mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a ?raça? e a conta bancária. Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.

Emir Sader é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de ?A vingança da História".

Leia tentativa de resposta de Bornhausen: http://www.senado.gov.br/web/senador/JorgeBornhausen/Noticias/200601103_1.html

3 de novembro de 2006

Antigo poema inesperadamente recuperado: Encanto

Foi composto originalmente circa 27/08/2002, num caderno escolar. Achei meio sem querer e reproduzo aqui com alterações (acrescentei um "mulher!" no refrão e cortei o final, que me parece hoje confuso.)

ENCANTO

Não sou muito bonito
Nem tão pouco feio
Não sou muito esperto
Mas não sou burro
Não tenho nenhum dinheiro
Ao menos trabalho.

Eu sou homem
Você é mulher
Que mais falta pra gente se acertar?

Eu sou homem
Você é mulher - mulher! mulher! mulher!

Duvido de tudo
Até da fé
Mas pra você eu confio
Até meu coração
E garanto que serei fiel
Pois sou corintiano.

Eu sou homem
Você é mulher
Que mais falta pra gente se acertar?

Eu sou homem
Você é mulher - mulher! mulher! mulher!

(...)

f.r.n.

Baraka

Tentei assistir este filme, mas dormi, o que também pode ser uma crítica positiva! Encontrei alguma informação sobre este filme no saite: http://www.alfarrabio.org/index.php?catid=7

A dica eu peguei no orkut.

" araka é uma palavra Sufi, e significa "Sopro de Vida", "Benção"

Baraka é um documentário sobre o homem e a natureza, suas belezas, contrastes, semelhanças e destruição. Ele revela o quanto a humanidade está interligada, apesar das diferenças de religião, cultura e língua dos povos.

Um verdadeiro poema visual, as imagens incluem um vasto registro de rituais religiosos, maravilhas naturais, processos de mecanização e diversos estilos de vida. O contraste e as metáforas visuais criadas pelo diretor norte-americano Ron Fricke provocam reflexão, relaxam e inquietam. As músicas envolventes e os efeitos sonoros contribuem para que Baraka seja uma experiência marcante.

Um documentário sem narração ou legenda, somente imagens e sons cuidadosamente capturados. Baraka mostra de que forma a raça humana e seus diferentes ciclos de vida estão vinculados ao ritmo da natureza, e faz uma surpreendente análise do mundo e de quem vive nele.

Baraka é um filme sobre a vida, um registro da humanidade.

# Baraka 1 - 1ªparte - 0.8 MB
# Baraka 2 - 2ªparte - 1.8 MB
# Baraka 3 - 3ªparte - 1 MB
# Baraka 4 - 4ªparte - 1.1 MB
# Baraka 5 - 5ªparte - 1.9MB
# Baraka - indicação das cenas e das músicas do filme "Baraka"
# Baraka Geografia - indicação dos locais geográficos do filme "Baraka"

Por Paulo Bicarato"

Infelizmente os linques indicados parecem não estar ativos. O filme é fácil puxar pelo e-mule e não possui falas ou texto, só música e imagens.

A lista de Schindler


Acadei de assistir o filme Schindler's List de Spielberg. Muito bom. Leia mais sobre esta obra em:
http://www.dvdshow.com.br/padrao.php?page=resenhas_&res=1694
onde há uma boa resenha.


Interessante comparar este filme com o recente Monique e com fatos recentes da atual violência entre judeus e muçulmanos.

Elogio à diferença

(...) A riqueza genética é feita da diversidade. Parece claro que esta constatação vai além do campo da biologia: : a riqueza de um grupo é feita “de seus motins e de seus mutantes”, segundo a expressão de Edgard Morin. Trata-se de reconhecer que o outro nos é precioso na medida em que ele é diferente. E isto não é uma moral qualquer resultante de uma opção gratuita ou de uma religião revelada. Trata-se exatamente da lição que nos dá a genética.

Será isto pregar a tolerância? Que palavra feia! (...)Tolerar é aceitar da boca pra fora, é, de forma negativa, não proibir: isto pressupõe uma relação de forças onde aquele que domina consente a não fazer uso do seu poder. Aquele que tolera se sente bem por tolerar, aquele que é tolerado se sente duplamente negligenciado, pelo conteúdo daquilo que ele representa ou daquilo que ele professa e pela sua incapacidade de o impor. A intolerância, autodefesa do fraco ou do ignorante, é certamente uma marca de infantilidade, mas a tolerância, concessão dada pelo poderoso seguro de si, não é mais do que somente um primeiro passo na direção do reconhecimento do outro. Outros passos são necessários, para que se chegue ao amor das diferenças.

“Se eu difiro de você, longe de te lesar, eu te aumento e enriqueço”, escreve Saint-Exupery. Esta evidência, todos os nossos reflexos a negam. Nossa necessidade superficial de conforto intelectual nos leva a tudo organizar em tipologias (semelhantes) e a julgar segundo a conformidade destas. Mas a riqueza está na diferença.

Muito mais profundo, mais fundamental, é a necessidade de ser único, para “ser” verdadeiramente. Nossa obsessão é de ser reconhecido como uma pessoa original, insubstituível; nós o somos realmente, mas nós nunca experimentamos este sentimento de forma tão forte como quando as pessoas a nossa volta o reconhecem. Que melhor e mais belo presente pode nos dar “o outro” senão o de reforçar nossa unicidade, nossa originalidade sendo diferente de nós? Não se trata de atenuar os conflitos, de apagar as oposições, mas de se admitir que esses conflitos, essas oposições devem e podem ser benéficas a todos.

A condição é que o objetivo não seja a destruição do outro, ou a instauração de uma hierarquia, mas a construção progressiva de cada um. O choque e desacordo, mesmo violento, é benéfico: ele permite a cada um de se revelar na sua singularidade. A competição, ao contrário, é destrutiva: ele acaba por situar cada um dentro de uma ordem imposta, dentro de uma hierarquia necessariamente artificial e arbitrária.

A lição primeira da genética é que os indivíduos, todos diferentes, não podem ser classificados, avaliados, ordenados : a definição de “raças” só pode ser arbitrária e imprecisa. A interrogação sobre o “menos bom” e o “melhor” é sem resposta. A qualidade específica do Homem, a inteligência, da qual ele tanto se orgulha, escapa, na sua maioria, à nossas técnicas de análise. As tentativas passadas de “aperfeiçoamento” biológico do Homem foram por vezes simplesmente ridículas, e freqüentemente criminosas ao olhar dos indivíduos, e devastadoras para o grupo.

Por sorte, a natureza dispõe de uma maravilhosa robustez face aos malfeitos do Homem: o fluxo genético continua sua obra de diferenciação e de manutenção da diversidade, quase insensível aos atos humanos.

Esta reflexão pode ser transposta da genética para a cultura: as civilizações que nós secretamos são maravilhosamente diversas e esta diversidade constitui a riqueza de cada um de nós. Graças a uma certa dificuldade de comunicação, esta heterogeneidade das culturas pode subsistir por longo tempo; mas, é claro que ela corre o risco de desaparecer rapidamente.

Assim que se constata a qualidade das relações humanas, da harmonia social dentro de certos grupos que nós chamamos “primitivos”, podemos nos perguntar se o alinhamento feito a partir de nossa cultura não será uma catástrofe. Será que ainda há tempo para se evitar o nivelamento das culturas? Poderemos preservar a diversidade das culturas sem pagar um preço exorbitante?

Que o leitor retenha simplesmente esta lição da biologia : nossa riqueza coletiva é feita de nossa diversidade. O “outro”, enquanto indivíduo ou sociedade, nos é precioso na medida em que ele é diferente de nós.

____________________

Albert JACQUARD, Trechos de Eloge de la différence, Paris, Seuil, 1978, pp. 206-209.

(texto lido pela professora Suely no último dia do curso sobre Inclusão, 28 de outubro)

leia um outro textinho do mesmo autor: Albert Jacquard

Os direitos humanos devem ser vistos como a conseqüência de nossa lucidez sobre a especificidade de nossa espécie. Essa lucidez nos faz compreender que somos os únicos seres vivos capazes de se tornarem pessoas, ou seja, de alcançar a consciência de ser. Essa metamorfose só pode se realizar graças às trocas com os outros. Uma sociedade que respeite os direitos humanos deve portanto, antes de mais nada, permitir a cada um a participação nessas trocas. A finalidade da educação é o encontro com os outros.


retirado de: http://www.ambafrance.org.br/abr/label/label34/paroles.html



O belo texto "Zumbi canta na Curva do Sino" de Washington Araújo também cita Jacquard. Veja em:
http://www.bahai.org.br/racial/zumbi.html

27 de outubro de 2006

O Povo contra Larry Flynt


Comprei no centro de sampa dois VHS usados, a R$2 cada. "Inspetor Bugiganga" e "O Povo Contra Larry Flynt". Já assisti o segundo e gostei: é impressionante e revela muito sobre a mentalidade americana, que, dizem, defende a liberdade acima de tudo. Um outro filme, mais recente, trata de assunto semelhante, "Os Estados Unidos contra John Lennon".

Dia do Saci e seus Amigos


Está chegando o legítimo "Halloween" brasileiro, o dia do Saci e seus amigos do folclore. Será dia 31 de outubro. Saiba mais vendo o saite da "Sociedade de Observadores de Sacis": http://www.sosaci.org/ Nesta data tb será lançada uma revista sobre o tema: Escola de Sacis: novo livro tem ilustrações de Bira Dantas
notícia em: http://www.universohq.com/quadrinhos/2006/n26102006_07.cfm

Propaganda Portuguesa Contra o Preconceito

Recebi via e-mail da professora Cida este pequeno video, uma propaganda portuguesa contra o preconceito. Vale a consulta:

http://ekalafabio.multiply.com/video/item/5

23 de outubro de 2006

Legislação Social

Uma pequena pesquisa que fiz sobre temas que serão pedidos no concurso para agente social de Guarulhos:

I – O Estatuto da Criança e do Adolescente
. Histórico, implantação e avaliação. Política de atendimento, entidades de atendimento, medidas de proteção, medidas socioeducativas, direitos individuais. A prática do ato infracional.
http://www.direito.adv.br/leis/8069fr.zip

veja a história do ECA em:
http://www.risolidaria.org.br/vivalei/ent_eca/index.jsp

ver mais legislação no link: http://www.direito.adv.br/legisla.htm

II – Os Conselhos Tutelares.
ver Resumo em: http://www.condeca.sp.gov.br/tutel.asp

III – Direitos da criança: educar ou punir?
alguns textos para reflexão: http://diplo.uol.com.br/2002-06,a343

IV – A relação educador/educando
Esse é um tema da pedagogia que estudei muito na licenciatura. Muitos textos poderiam ser consultados na área de pedagogia e psicologia. Sugiro ler sobre Paulo Freire (atualmente estou lendo seu clássico "Pedagogia do Oprimido")

http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp

este texto é sobre artes marciais, mas tem tudo a ver com a arte de aprender:
http://www.aikikai.org.br/art_ensinaprof.html

este é um artigo para download: "O estilo motivacional do professor..."
www.scielo.br/pdf/prc/v17n2/22466.pdf


V – A família e sua importância no trabalho com crianças e adolescentes


http://www.pedagogia.pro.br/socorro_educar_filho.htm



VI- O Estatuto do Idoso
www.senado.gov.br/web/relatorios/destaques/2003057rf.pdf

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/leis/2003/L10.741.htm

Com o tempo colocarei mais links com este tema no blog.

Pesquisa