23 de julho de 2005

CONTAS DO AMANHÃ

Amanhã
é só amanhã

A pior coisa do mundo é não ter dinheiro

E quando ando pela rua – deste mundo
É tanto que me parece
que tudo tem um preço
Até as pessoas.

Os planetas tão longe
cobram para serem pisados.

Mas meu coração amargado
Não se deixa ser vendido...

Mas... coitado. Doar-se assim tão de graça pode doer um pouco.



às vezes


Esse mundo me parece exatóico.


f.r.n. 17.07.2005

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