4 de janeiro de 2008

FAHRENHEIT 451 de Truffaut (1966)

Logo de madrugada ouço "Conversinha ao pé do ouvido" do Antônio Carvalho, em gravação no rádio, falando sobre sexo e karma. Diz que karma não é punição e precisa estar em equilíbrio com boas e más ações. Achei tão interessante que escrevi na minha agenda/diário e copio aqui no blog.

Assisto Fahrenheit 451 de Truffaut, baseado em novela de Bradbury.
Leia texto excelente sobre o filme em outro blog:
http://vaeveja.blogspot.com/2007/04/uma-sesso-da-tarde-inesquecvel.html

Um livro que virou filme com uma mensagem forte de revolta e valorização do que merece valor: a cultura, as memórias, o convívio humano real, com alegrias e tristezas. Fala muito contra a TV, que no filme, tal qual em 1984 de Orwell, já é "interativa", fornecendo uma família alternativa virtual aos telespectadores/bons cidadãos. Seria um retrato do futuro? Talvez nem seja preciso queimar os livros, como ocorre no filme, se ninguém se interessar por lê-los.

Postar um comentário

Pesquisa